“Meu quarto parece cada vez menor, não aguento mais o peso no meu peito. Preciso tirar isso de dentro de mim. Caminhar parece uma boa opção. Pego meu casaco amarelo boto o capuz e pulo pela janela. Meus pais iriam ficar bravos de saber que eu estou saindo essa hora, ainda mais sabendo que eu não tenho muitos amigos. Andando eu me perco nas ruas, entro nos piores becos totalmente sem rumo. De cabeça baixa não noto que já não tenho ideia de aonde estou. Escuto vozes por perto e fico feliz por ter alguém que possa me ajudar essa hora da noite na rua. Chego empolgado para pedir informações. Três skinheads mal encarados me olham com um olhar de ódio. Enxerguei a morte. Um deles, o de roupa azul, pega uma barra de ferro e vem em minha direção, outro de roupa verde da um pulo e logo logo já esta atras de mim, o outro com barba vermelha olha de longe rindo e apertando os punhos. Eles querem me matar. Mas eles não sabem de um detalhe: eu sou o melhor corredor da cidade! Quando eles percebem eu já estou duas quadras à frente deles. Eles correm irados atras de mim, pego na minha mochila as minhas pastilhas, gosto de comer pastilhas enquanto corro. Despistei os skinheads. Mas é foi por pouco tempo, ainda esto no território deles. Ainda corro perigo!”
Acabei desenvolvendo os personagens, e no final acabaram assim:

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